Finanças pessoais
Calculadora de Inflação Acumulada e Poder de Compra do Real
Corrija valores pelo IPCA ou IGPM acumulado e veja quanto seu dinheiro perdeu de poder de compra. Também projete o impacto da inflação futura.
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Equipe Contaí
Revisado por planejador W1 Consultoria
Atualizada
Perguntas frequentes
As 6 dúvidas mais comuns — respondidas com base em regras oficiais.
Qual a diferença entre inflação acumulada e perda de poder de compra?
São coisas diferentes. Se a inflação foi 50%, os preços subiram 50% — mas seu R$100 só compra o equivalente a R$66,67 de antes, uma perda de poder de compra de 33,3%. A fórmula é: perda = 1 − 1/(1 + inflação). Quanto maior a inflação, maior a diferença entre os dois números.
Por que usar IPCA e não IGPM para correção de salários?
O IPCA mede a variação de preços para famílias de renda de 1 a 40 salários mínimos — é o mais representativo do custo de vida. O IGPM é mais volátil (inclui preços no atacado e commodities) e costuma variar mais que o IPCA. Para salários, o IPCA é mais adequado. O IGPM é comum em contratos de aluguel e de longo prazo.
Como o IPCA afeta investimentos?
Todo investimento precisa superar a inflação para gerar ganho real. Se o IPCA foi 5% e seu CDB rendeu 10%, seu ganho real foi aproximadamente 4,76% (não 5% — é preciso dividir pela inflação, não subtrair). A calculadora de Tesouro IPCA+ mostra isso explicitamente: o juro real é garantido pelo governo, a inflação é reposta.
Desde 1994 (Plano Real) quanto a inflação acumulou?
Entre julho/1994 e dezembro/2025, o IPCA acumulado foi de aproximadamente 740-760% (varia conforme o mês de referência exato). Isso significa que algo que custava R$1,00 em 1994 custa aproximadamente R$8,40-8,60 hoje — e o salário precisa ter crescido pelo menos isso apenas para manter o mesmo poder de compra.
Como proteger o patrimônio da inflação?
Os principais instrumentos para proteção inflacionária são: (1) Tesouro IPCA+: garante IPCA + juro real; (2) CDBs e LCAs indexadas ao CDI, que acompanham a Selic (geralmente acima do IPCA); (3) FIIs e imóveis com contratos reajustados por IGP-M ou IPCA; (4) ações de empresas com poder de repassar inflação (commodities, varejo essencial, energia). Diversificação entre esses ativos é a estratégia clássica.
Qual índice usar para corrigir aluguel?
Contratos de aluguel residencial usam IGPM ou IPCA — conforme o contrato. O IGP-M é historicamente mais volátil: em 2020 chegou a 23%, muito acima do IPCA de 4,5%. Em 2021, o IGPM foi 17,8% vs IPCA de 10,1%. Ao renovar contratos, negocie sempre o índice — IPCA costuma ser mais estável e previsível.
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Sobre esta calculadora
Corrija valores pelo IPCA ou IGPM acumulado e veja quanto seu dinheiro perdeu de poder de compra. Também projete o impacto da inflação futura. A Contaí é uma iniciativa da Evoluke em parceria com a W1 Consultoria Blumenau — combinamos tecnologia, dados atualizados e expertise em planejamento financeiro para trazer as contas mais confiáveis do Brasil.